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Fate: A Saga Winx inclui diversidade étnica e sexual na 2ª temporada após críticas

Bloom usando seus poderes em cena da série "Fate: A Saga Winx"
Foto: Reprodução/ Netflix

A série Fate: A Saga Winx garantiu uma segunda temporada apesar de não ser a série mais elogiada da Netflix e também apesar de algumas críticas que recebeu pelo seu primeiro ano. Os fãs não aceitaram bem a falta de diversidade do programa, visto que no desenho, Musa tenha surgido do leste da Ásia e Terra seja da América Latina.

Em conversa com o Radio Times, a atriz Eliot Salt, que interpreta a Terra na série, comentou que uma novidade na produção é a inclusão de mais diversidade. “Acho que alguns dos erros cometidos na primeira temporada foram corrigidos. E realmente, acho que todos os envolvidos estão gratos pelas conversas que aconteceram em torno disso e que permitiram que isso acontecesse”, disse ela.

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A atriz comentou ainda que a produção trabalhou para corrigir e melhorar a série, trazendo ainda mais diversidade no novo ano, que introduz Flora, uma das mais amadas personagens do desenho. Ela é interpretada por Paulina Chávez, que é latina.

“Como latina, é muito importante ter representação na tela e é bom que isso esteja acontecendo”, disse Paulina. “Eu não poderia estar na primeira temporada se eles a quisessem, então é tudo uma questão de tempo. E acho que as coisas realmente acontecem por uma razão”.

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E agora há também mais diversidade LGBTQ+ na segunda temporada, em um enredo envolvendo Terra. O seriado já tinha um personagem gay, Dane, interpretado por Theo Graham. “Uma das grandes coisas é que temos alguma estranheza na minha forma. Então, estou muito empolgada, privilegiada e honrada por poder fazer isso”, exclamou Elliot Salt.

Sobre o autor

João Mesquita

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